SAUDADE DA INFÂNCIA
•Autoria de Matheus Rocha de Almeida Ataide, acadêmico do curso de Bacharelado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e Membro da Liga Acadêmica de Acessibilidade ao Direito (LAAD).
Bons tempos quando a maior
preocupação era assistir desenho
com os amigos a tarde;
bons tempos em que o riso era
a mais pura demonstração de inocência
e pureza.
Correr pela casa, pelos parques e no recreio
a maior benção na vida:
simplesmente brincar;
simplesmente viver
apenas criança ser.
Onde foi que tudo se transformou?
Que as coisas ficaram tão sérias e tensas
a infância para trás fica, mas nossa infantilidade
jamais deve morrer, mas sim continuar
pois o sentido de tudo isso
é aproveitar as pequenas coisas
que a vida nos dá.
E quem melhor para isso do que uma criança?
Aquele ser de alma pura, de coração bondoso
que sabe ser feliz, mesmo com o mínimo.
Saudade de ser criança, saudade da minha infância
dos bons amigos que fiz, mas que durante
a vida os perdi.
As coisas eram simples e fáceis de entender.
Isso é certo, isso é errado
e as palavras dos pais eram incontestáveis.
Quando menos se percebe, essa parte da vida se vai
e somente lembranças e recordações ficam
por isso, é importante por cada segundo lutar
já que tudo acontece muito rápido e
quem ontem brincava, hoje com os filhos brinca.
As crianças precisam ser livres para sujar
correr, jogar, sair, errar, perguntar
e o mais importante,
a elas ensinar
que mais vale poucas pessoas amar
do que muito se ter e pouco se valorizar.
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